A clínica toda, todo dia. A secretária é a peça-chave.
Sempre. É a rotina do programa depois do lançamento.
Que o programa vire uma máquina, e não uma ideia que morreu na gaveta.
O coração: pedir com elegância
A gente não pede indicação. A gente gera tanto valor no jeito de falar que o paciente quer indicar. É vender sem parecer que vende. E o segredo pra isso funcionar é separar dois papéis:
Só emoção. Ele faz o paciente se sentir especial e abre uma porta, mas nunca fala de prêmio nem de programa. Passa a bola de leve pra recepção.
A secretária apresenta a mecânica (a escada da Etapa 2), embrulhada como "nossa forma de agradecer você". Nunca como isca.
Assim o doutor sai do atendimento parecendo generoso, sem nunca ter vendido nada. O paciente não sente que foi abordado, sente que foi cuidado.
Os momentos-chave
Aqui sim entra a mecânica: a secretária explica a recompensa e, se o paciente já tiver alguém em mente, captura o contato na hora.
A Jornada do Indicador
Em vez de pedir uma vez e esquecer, planeje as mensagens dos próximos 6 meses, com um cuidado diferente pra cada perfil:
- Quem nunca indicou: mensagens que apresentam o programa com carinho, sem cobrar nada.
- Quem já indica: reconhecimento e agradecimento. Nunca um "indica mais", sempre um "obrigado por fazer parte".
Comunicação: como saber se uma ideia é boa
Toda ideia de divulgação vale a pena se a resposta for sim pra pelo menos uma destas perguntas:
Medir pra melhorar
O que não se mede, não se melhora. Toda semana, olhe estes três números e ajuste a rota.
| Indicador | O que mostra | A conta |
|---|---|---|
| Adesão | Quantos pacientes viraram indicadores | indicadores ÷ total de pacientes |
| Engajamento | A recorrência de quem indica | média de indicações por indicador |
| Conversão | A eficácia do time em fechar | indicações que fecharam ÷ total de indicações |